O DJ set do DJ Koco nesta sexta 24/04/2026 no Hi-Fi Community foi colossal. Especialmente a primeira hora. Foi uma sequência desvastadora de breaks e beats de deixar a pista atordoada. Destaque para a passagem dele de “What’cha Gonna Do For Me” (Stephanie Mills), “Wat’cha Gonna Do With My Lovin” (Chaka Khan) e “I Believe In Miracles” (Jackson Sisters). Pesado demais!
Aqui, um live dele em Sao Francisco, de 2005:
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O episódio de hoje do Electronic Standards History é dedicado a esta trilha antológica do Vangelis, em que a peça principal foi o extraordinário Yamaha CS-80 (1977) com seus timbres futuristas (mençao especial para o Lexicon 224 Reverb).
https://www.instagram.com/p/DW2PlpMCXL0/
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Version 1.0.0 Falei sobre este livro que é um divisor de águas há poucos dias em um episódio recente do Electronic Standards Psychoacoustics – Uma Viagem No Mundo da Psicoacustica, no meu instagram: https://www.instagram.com/p/DV9fcDojx1x/
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Este álbum é um verdadeiro Panteão de maravilhas da era Boogie-Funk mid 80s, absurdamente obscuro, com uma melhor que a outra, e a probabilidade de encontrá-lo é a mesma de um raio cair 97 vezes seguidas na sua cabeça *(seu valor de mercado está na casa dos U$ 3000,00).
Sobre os autores (In Disguise), não se sabe nada, a priori, o que torna a história toda ainda mais fascinante.
Aqui, você pode ouvir o LP inteiro, com baixa qualidade, infelizmente: https://www.youtube.com/watch?v=LLd72X6TZKk&list=PLGOizPXFzMPM5NyCVk_X23_Z07n_aUuo2&index=3 -

A magnífica compositora e produtora Laurel Halo lançou este ano um LP “Midnight Zone”, trilha sonora do filme do Julian Charrière, que você pode ouvir e comprar no bandcamp dela:

De quebra, ainda há uma entrevista nova dela sensacional no Creative Independent: https://thecreativeindependent.com/people/composer-and-musician-laurel-halo-on-emphasizing-process-over-outcome/
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Electronic System é um projeto criado pelo compositor, sintesista e engenheiro de áudio belga Dan Lacksman. Electronic System lançou dois álbuns impressionantes: Tchip Tchip” (1974) and “Disco Machine” (1977). O primeiro se tornou um clássico cult do Space Jazz, ou do Jazz futurista e eletrônico. “Skylab” é uma obra prima de preciosidade infinita, com sonoridades dos modulares Moog (dos quais Dan era grande apreciador), além de timbres de piano e Fender Rhodes. O disco foi “redescoberto” nos anos 2000 e seu preço disparou, atingindo os quatro dígitos, mas há um repress de alto nível, para a nossa sorte:
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Da série “como é possível que a versão instrumental não tenha saído”, lembrei outro dia desse marcante Italo-Synthpop “Faces” do Clio (1985), projeto do Roberto Ferrante com a cantora Maria Chiara Perugini. Sempre achei o synth maravilhoso, mas os vocais demasiados cheesy. A versão instrumental jamais saiu oficialmente, ao que parece. Em 2021, com as novas tecnologias, isso foi possível. E a versão ficou sensacional:
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Screenshot Neste sábado 14/03, teremos um evento especial do Electronic Standards na Expo Musica Eletronica na DJ Ban, 16h, na R. Carlos Sampaio, 53, Bela Vista. Haverá participação especial de alguns especialistas na história da Musica Eletronica, entre os quais Paulo Beto (Anvil FX) e Marco Andreol (FONTE). Fica o nosso convite!
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Este projeto britânico de Boogie Funk, capitaneado por Larry DeRoy e Roy Simmonds, lançou umas obras impressionantes no início dos 80, entre as quais “Call Of The Heart” e “I Like It”, diferente do projeto homônimo dos EUA (de “Fly Girl” e “Together Forever”). Ouvi “I Like It” pela 1a vez em blogs obscuros dos anos 2000, e um deles mencionou que esta obra de classe fez muito sucesso na cena francesa de Funk (além, é claro, de Inglaterra e EUA). Deixo vocês aqui com a versão instrumental:
